16.3.17

Resenha de Série #3: Desventuras em Série (primeira temporada)


Dirigida Por: Barry Sonnenfeld, Bo Welch e Marke Palansky
Escrita por:
Daniel Handler e Barry Sonnenfeld
 
Ano: 2017
Elenco: Louis Hynes (Klaus Baudelaire), Malina Weissman (Violet Baudelaire), Presley Smith (Sunny Baudelaire), Neil Patrick Harris (Conde Olaf), Patrick Warburton (Lemony Snicket), Aasif Mandvi (Tio Monty), Alfre Woodard (Tia Josephine), Catherine O'Hara (Dr. Georgina Orwell) e outros.
Filmow



Resenha:
Não acho que Desventuras em Série precise de grandes explicações, uma vez que tem livros e filme já, mas...
A obra criado por Snicket conta as desventuras (que significa falta de sorte ou infortúnio) das crianças Baudelaire, que se vêem orfãs depois que seus pais morrem em um misterioso incêndio. As crianças são: Violet, é a filha mais velha, e também muito inteligente e uma excelente inventora - no início da série ela tem 14 anos; Klaus é um ótimo pesquisador e um leitor voraz e possui 12 anos e Sunny é só um bebê, mas mesmo assim é muito inteligente e adora morder coisas.
Depois da morte dos pais, os irmãos vão passando de uma situação ruim à outra pior, mas sempre - ou na maior parte das vezes - muito unidos.


Eu li até O Lago das Sanguessugas, que é o terceiro livro, e eu confesso isso. Tenho muito interesse em saber o que acontece na vida dos irmãos após isso, mas apesar de ter escrita fluída e fácil de ler, o autor frequentemente faz quebras de narrativa para explicar o significado de determinada palavra - e eu nem estou reclamando de quando ele faz isso para explicar os balbucios de Sunny, mas ele faz isso com qualquer palavra dificil. Odeio essas quebras.
E na adaptação eles fizeram exatamente isso, com o agravante que tem quebras também para falar para o expectador parar de ver, uma vez que a história/acontecimento é especialmente terrível. E foi basicamente isso que eu não gostei na série.


Além do conde Olaf ser representado pelo querido (com a família mais perfeita da internet) do Neil Patrick, eles trazem grandes nomes da sétima arte, como a Alfre Woodard (que faz a tia Josephine) além de terem dado chance para vários atores iniciantes, um trabalho que a Netflix tem feito muito (ah, acho que eu esqueci de comentar que a série era deles!) e com ótimos resultados. Nessa obra em si eles não botaram nada a perder, todos com ótimas atuações.
A primeira temporada foi composta por 8 episódios, sendo dois episódios para cada livro, o que fez com que a série ficasse incrivelmente semelhante aos livros. Pra mim, que fazem alguns anos que li os livros, estão basicamente iguais.


Inclusive, Louis Hynes (Klaus) se baseia nos livros para interpretar seu personagem, seus maneirismos e coisas do gênero. Achei super legal! Ah, achei super querida uma entrevista que li por aí que todos os atores mais experientes deram dicas e ensinaram truques pros menos experientes!
Enfim, se vc leu os livros e não gostou do filme, ou mesmo sem ter lido os livros, pode se jogar sem medo que ficou muito bom! Só tem essa ressalva das interrupções da narrativa, mas isso é bem característico do Snicket e as pessoas que adaptaram para a série só mantiveram isso.
Ah, uma coisa que vale muito a pena por em destaque é o tema de abertura da série, que segue abaixo:



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